Políticas Públicas em Trânsito e Mobilidade Urbana- Lato Senso

Políticas Públicas em Trânsito e Mobilidade Urbana

Apresentação
O curso será estruturado a partir da reflexão do significado das vivências e experiências urbanas na contemporaneidade como locus privilegiado de produção de conhecimento, gestação da cultura e construção de subjetividades e sociabilidades distintas. Enfoca a cidade como múltipla na sua unidade, percebendo as distintas cidades na cidade a partir dos seus elos de conexão na cultura e na circulação e trânsito, tendo as artérias, avenidas, ruas, viadutos, túneis e marginais como seus elementos integradores e pontos de estrangulamento.

Justificativa
A democratização do Estado brasileiro, o processo de discussão sistemática das Políticas Públicas pela mídia, a crescente mobilização social pelo atendimento de necessidades e as mazelas do poder vem apontando para a necessária capacitação dos funcionários, agentes públicos e comunitários, bem como dos analistas politicos, dos dirigentes dos Movimentos Sociais e de classe para a definição, análise e avaliação das ações públicas do Estado.. Outro fator que aponta na necessária qualificação profissional e de análise é o papel que assume o Estado na nova ordem mundial globalizada. As novas tecnologias, a chamada sociedade do conhecimento, a viAs novas tecnologias, a chamda sociedadedo conhecimento, a virtualização dos empreendimentos econômicos financeiros, vem apontando para a necessidade de politicas públicas mais eficazes e orientadas para as questões inerentes a dinâmica da sociedade distinta e diferenciada na tolidade do território nacional e nas particularidades regionais, locais, sem, no entando perder de vista as questões da macro política, economia e cultura. Uma nova cultura politica está se objetivando com princípios, norteadores e indicadores de pertinência e competência que apontam para o necessário aprimoramento e formação de quadros políticos, administrativos, de gestores que potencializem e dinamizem a governança em seus diversos níveis de abrangência.

Objetivos

O Curso de Lato Senso em Políticas Públicas e Mobilidade Urbana tem por objetivo desenvolver competências nos responsáveis pelo trânsito, em seus diversos níveis de abrangência e conhecimento, de instrumental analítico, de marcos institucional e legal, e parâmetros práticos para a tomada de decisões pontuais, criando e empreendendo com ética e cidadania,para que em longo prazo haja uma convivência harmoniosa e racional no trânsito e mobilidade na metrópole.

Público Alvo
Profissionais envolvidos com o trânsito e a mobilidade urbana em suas distintas esferas de abrangência nas Instituições Públicas, na Iniciativa Privada e no Terceiro Setor, tanto no âmbito dos gestores de serviços, planejadores, assessores e consultores, quanto na perspectiva dos executores das políticas e estratégias viabilizadoras das ações voltadas à racionalização, operacionalização, controle, vigilância, supervisão, socorro a catástrofes, arbitragem de situações de conflito e na relação direta com a população nas interferências no cotidiano urbano em suas ações de rua.

Perfil da Ocupação Profissional
O profissional egresso do curso deverá responder às demandas e necessidades dos setores envolvidos com o trânsito e mobilidade urbana, apresentar capacidade de avaliação, julgamento e tomada de decisões bem como propor estratégias de ação e elaboração de planos e definição de projetos de políticas públicas que se embasem no pleno desenvolvimento da cidadania, pautados pelos princípios da cultura da paz, da auto sustentabilidade, da inovação, do empreendedorismo e, em consonância com princípios da convivência harmônica e politicamente correta com o meio ambiente. Espera-se, ainda, que o profissional atue com inventividade, criatividade, discernimento e capacidade de análise de distintas situações.

Organização
O Curso de pós graduação Lato Senso em Políticas Públicas em Trânsito e Mobilidade Urbana, está organizado de modo a cumprir a carga horária, a composição organizacional e a seleção de disciplinas articuladas em módulos a fim de responder as demandas de formação na área e cumprir a legislação vigente e os princípios norteadores das instituições promotoras.
Estrutura-se em quatro módulos totalizando uma carga horária de 390horas, com disciplinas de caráter teórico, informativo, de instrumentalização à pesquisa e de discussão sobre as várias possibilidades da atuação profissional na área de trânsito.
Os módulos têm as suas especificidades, sendo os três primeiros constituídos por três disciplinas de 30 horas cada e uma oficina de 10 horas. O último módulo se constitui de 3 disciplinas de 30 horas.
Os três primeiros Módulos oferecem ao aluno, informação e formação teórica, conteúdos das várias áreas e temas do perfil profissional, discussão dos espaços e formas de atuação, bem como o exercício efetivo com fontes e materiais com os quais lidaram e vão lidar no planejamento e execução de ações na área de trânsito e mobilidade, além dos conteúdos das várias áreas e temas do perfil profissional, discussão dos espaços e formas de atuação , para a prática pedagógica e de comunicação.
O último módulo direciona-se às perspectivas profissionais no sentido de experimentação, análise e produção de textos, organização de pesquisas e projetos de intervenção a partir dos conteúdos desenvolvidos ao longo do curso sendo aprofundadas nesse módulo. A oficina de Metodologia se transforma em disciplina de produção sendo a monografia desenvolvida sob a formaa forma de artigo científico.
As oficinas têm como função a orientação da produção de projetos na área, se constituindo como importante estratégia de envolvimento dos estudantes na formação teórica e prática em todo o percurso do processo de ensino/apredizagem, além da construção de saberes, As oficinas e serem espaços propícios para que os discentes recebam informações e orientações sobre a prática profissional, sob caráter/ sob a orientação metodológica e dos projetos experimentais.

Conteúdo Programático
Módulo I – Fundamentos
Discute os marcos institucionais, legais e históricos do trânsito na metrópole. Apresenta a cidade na sua diversidade de enfoques e formas de expressão, discutindo o significado das políticas públicas e particularizando aquelas referentes ao trânsito e mobilidade enquanto um dos elementos de construção da cidadania, apontando a legislação especifica da área, bem como as questões referentes ao meio ambiente, problematiza o plano diretor e suas indicações referentes à área de trânsito, inserindo os elementos do controle, vigilância e apresentando as situações de resistência e protagonismo por parte dos agente de trânsito e aqueles constituídos pela população em suas várias formas de organização e expressão de suas necessidades e tomadas de posição face ao instituído.

Disciplina Conteúdo
Cidade, Cultura e Poder. As Cidades na Cidade
Inter-relaciona áreas de transporte, geotecnia, saneamento e meio ambiente com o urbanismo sustentável. Esta proposta inovadora considera o avanço tecnológico ao incorporar novas técnicas e procedimentos que buscam a eficácia da infra-estrutura das cidades e a desconstrução mínima na sua dinâmica com demandas sociais, Plano Diretor e projetos dos gestores e usuários do sistema público, privado e do terceiro setor..
O cenário citadino configura-se como palco privilegiado para as expressões culturais, construção das sociabilidades e subjetividades e produção de linguagens dimensionando as expressões do mítico, do ritualístico e do sagrado, Territórios das múltiplas relações sociais expressões de poder que se disseminam em redes invisíveis/visíveis nos projetos de urbanização, trânsito e mobilidade, dimensionando os espaços e dispositivos da inclusão, exclusão e enclausuramento, bem como os movimentos na perspectiva de construção e desconstrução de projetos, resistências e rupturas das tradições e imposições.
ALOCHIO, L. H. A. – Plano Diretor Urbano e Estatuto da Cidade. Belo Horizonte: Editora Fórum, 2010.
BENJAMIN, W. Magia e Técnica. Arte e Política. Ensaios sobre Literatura e História da Cultura. São Paulo: Brasiliense, 1985.
CARRERA, Francisco – Cidade Sustentável Utopia ou Realidade?. Rio de Janeiro: Editora Lumen Juris, 2005.

CANCLINI, Nestor G. Consumidores e Cidadãos. Rio de Janeiro: Editora da UFRJ, 1997.
____________________. Culturas Híbridas. 4ª Edição. São Paulo: EDUSP, 2006.
PINOTTI, Rafael – Educação Ambiental para o Século XXI. São Paulo: Ed. Edgard Blucher, 2010.
SANTOS, Milton. Território, Globalização e Fragmentação. 5ª Edição. São Paulo: Annablume, 2002.
______________. O Espaço do Cidadão. São Paulo: EDUSP, 2007.
______________.MetrópoleCorporativa Fragmentada. O caso de São Paulo. São Paulo, Nobel, 1990.
VASCONCELLOS, E. A. – Transporte e Meio Ambiente: Conceito Informações Para Análise de Impactos. Editora Annablume. São Paulo, 2008

Políticas Públicas de Trânsito e Mobilidade
Analisar políticas públicas e demandas sociais, identificando-as com as concepções e práticas historicamente configuradas. A partir disso lidar com permanências e rupturas, identificando nas experiências coletivas as possibilidades da atuação comunitária, a definição de políticas como práticas sociais, a falência do Estado como canalizador e otimizador de recursos para sua execução e ação do Terceiro Setor e da iniciativa privada nas respostas as demandas sociais e comunitárias.
BID. Políticas Públicas na América Latina, Rio de Janeiro, Editora Campus, 2006
COHEN, Ernesto e FRANCO Rolando,Gestão Social: Como Obter Impacto na ação das Políticas Sociais?, Brasília, RENAP, 2007
GOLDSMITH, Stephen e D . EGGEREA, William, Governo em Rede: O Novo Formato do Poder Público, Brasília, ENAP, 2006.

Legislação, Instituições e Normatização das Ações de Trânsito

Regulamentação, legislação e instituições voltadas para o trânsito e mobilidade no âmbito municipal, estadual e federal. Controle, vigilância, infrações e normatização.
DOUGLAS, Mary. Como as Instituições Pensam. São Paulo: Edusp, 1998.
FLEURY, Maria Tereza Leme & FISCHER, Rosa Maria (coord.). Cultura e Poder nas Organizações. 2ª Edição. São Paulo: Atlas, 1992.
GOMES, Ordeli S.- Código de Trânsito Brasileiro – Comentado e Legislação Complementar. 5ª edição Curitiba: Juruá Editora, 2010.
JESUS, Damásio – Crimes de Trânsito. 8ª Edição. São Paulo: Editora Saraiva, 2009.
NETO, Osvaldo N.; KLEINÜBING, Rodrigo – Dinâmica dos Acidentes de Trânsito -Análises, Reconstruções e Prevenção. 3ª Edição. Campinas: Editora Millenium, 2009.
NETO, Osvaldo N.; KLEINÜBING, Rodrigo – Dinâmica dos Acidentes de Trânsito – Análises, Reconstruções e Prevenção. 3ª Edição. Campinas: Editora Millenium, 2009.

HONORATO, Cássio M. – O Trânsito em Condições Seguras. Campinas: Editora Millenium, 2009.
MAGGIO, E. A. – Manual de Infrações, Multas de Trânsito e seus Recursos. 5ª Edição. Leme: Editora Mundo Jurídico, 2008.
SZNICK, Valdir – Novo Código de Trânsito: Homicídios, Lesões, Embriaguez, Interdição, Velocidade, Racha, Fuga e Omissão. São Paulo: Editora Icone, 2006.

Oficina de Metodologia do Trabalho Cientifico. Princípios e parâmetros da produção acadêmica
Conteúdo organizado para introduzir as premissas, critérios e procedimentos das práticas cientificas da produção do saber. Desenvolver procedimentos e estratégias da produção do conhecimento científico. Instigar a reflexão sobre modelos, roteiros, técnicas e métodos de pesquisa. Discutir as generalizações e as particularidades na relação com as matrizes teóricas e os objetos de investigação, dimensionando o que há de comum, as diversas áreas do saber, as especificidades dos campos e disciplinas, bem como as distinções quanto as fontes, temas e objetos de perquirição.
ANDERY, Maria Amália et al. Para Compreender a Ciência – Uma Perspectiva Histórica. 6ª Edição. Rio de Janeiro: Espaço e Tempo; São Paulo: Educ, 1996.
COSTA, N. C. A. O Conhecimento Científico. São Paulo: Discurso Editorial, 1997.
SEVERINO, A. J. Metodologia do Trabalho Científico. 23ª Edição. São Paulo: Cortez, 2007.

Módulo II – Abordagens
Estudo interdisciplinar e inovador que envolve, além de distintas áreas do saber, a pesquisa em vários campos da atuação social e profissional na configuração de um novo conceito e praticas dos aspectos públicos. Discute procedimentos, vivências, instituições, perspectivas, formas de gestão, possibilidades de ruptura do instituído, permanências dos vícios do poder, diálogos e interesses mercadológicos e privados, perspectivas de transformação social e renovação tecnológica e do saber compromissado com o social.

Disciplina Conteúdo

Educação para o Trânsito: Contribuições para a Construção da Cidadania Educação como formação acadêmica, política e prática; tem como escopo o conhecimento do processo de ensino-aprendizagem concebido como tecnologia de entendimento e transformação da realidade social e das formulações epistemológicas da área. Aprender para transformar, ensinar aprendendo e aprender ensinando são premissas e critérios na constituição da disciplina. Ênfase nas temáticas de políticas educacionais para o trânsito, Programas permanentes de educação, atividades por faixas etárias, Campanhas e Escola Pública de trânsito (obrigatória pelo CTB)
FREIRE, P. e BETTO, Frei. Essa Escola Chamada Vida. 14ª Edição. São Paulo: Ática, 2000.
CONGRESSO NACIONAL. Lei 9.503/97 que institui o Código de
Trânsito Brasileiro. Brasília, 1998

Programa de Desenvolvimento- Profissional Continuado , Ética e Cidadania – construindo valores na escola e na sociedade – Brasília – 2010
KUTIANSKI, M. Lúcia A., ARAÚJO, Silvio J. Mazalotti – Educando para o Trânsito Editora Kalimera – Curitiba 1998
OLIVEIRA, W. F. de. Educação Social de Rua. Porto Alegre: Artmed, 2004.

Psicologia da Mobilidade Urbana
Conhecer aspectos do comportamento humano no trânsito é uma necessidade social e científica, visto que, cada vez mais, as condições de transporte, deslocamento e circulação humana, de um modo geral, têm determinado significativamente a qualidade de vida e trabalho das pessoas. Baseada na Lei 9.503/1997 (código de trânsito brasileiro), e suas regulamentações e leis complementares, construir intervenções que promovam a saúde a partir da orientação e prevenção. Promover um plano de mobilidade voltado para o atendimento à diversidade dos usuários. Inclusão social. Análise, planejamento e gerenciamento de ferramentas e metodologias que venham promover ações preventivas tendo a Ética como o fio condutor. A Psicologia pode tecer a sua intervenção, operando como mediadora dos processos de exercício da cidadania, desvelando o véu encobridor das falácias técnicas que não consideram as subjetividades na construção das políticas públicas e denunciando toda e qualquer forma de segregação social.
DOMINGUES, José Maurício. Criatividade Social, Subjetividade Coletiva e a Modernidade Brasileira Contemporânea. Rio de Janeiro: Contracapa, 1999
FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 2000.
GOFMANN, Erving. A Representação do Eu na Vida Quotidiana. Lisboa: Relógio D’Água, 1993
REY, F. G. Pesquisa Qualitativa e Subjetividade: Os Processos de Construção da Informação. São Paulo: Thomson Pioneira, 2005.
ROZESTRATEN, R. J.ª – Psicologia do Trânsito – Conceitos e Processos Básicos.
São Paulo: Editora EPU, 2006.
SZNICK, Valdir -Delitos de Trânsito: Culpa Civil, Penal, Teoria de Risco,Indenização, Danos-Seguros, Embriaguez, Psicologia do Motorista, Velocidade. São Paulo: Editora Icone, 2006.

Sociologia Urbana, Trabalho e Territórios de Inclusão e Exclusão Social Enfoca os processos de urbanização como constitutivos do desenvolvimento social. Aborda a análise dos mundos do trabalho na sociedade contemporânea, tendo como parâmetros a revolução industrial e a automação e cibernética. Apresenta as formas de conflito e tensões entre capital e trabalho, as respostas dos trabalhadores às imposições da automação e suas formas de organização e luta nos segmentos do terceiro setor e prestação de serviços. Busca o entendimento das permanências e rupturas nas formas associativas, nas resistências e constituição de uma cultura de lutas sociais nesse universo. Identifica as novas modalidades de inserção e exclusão no trabalho na sociedade contemporânea e as formas de conduta dos movimentos de resistência dos trabalhadores. Abordagem das potencialidades da produção cultural enquanto resistência ativa às desigualdades sociais, racismos, violências simbólicas de gênero, classe, etnia e exclusão social. Tendo em vista a falência do espaço público enquanto propiciador de sociabilidades, a disciplina discutirá a construção de subjetividades na atualidade e o papel da cultura como formadora de redes de sociabilidade, criatividade e soluções democráticas para os conflitos contemporâneos.
Na perspectiva da inclusão/exclusão aponta as necessárias políticas para o tratamento devido das questões referentes às Pessoa Portadoras de Deficiências (PCDs), crianças e velhos.
DEJOURS, C. Banalização da Injustiça Social. 7ª Edição. São Paulo: Editora FGV, 2007.
ELIAS, Norbert. A Sociedade dos Indivíduos. Lisboa: Publicações Dom Quixote, 1993.
ELIAS, Norbert. O Processo Civilizador: uma história dos costumes. Vol. 1 e 2. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 1994 e 1998.
CORCUFF, Philippe. As Novas Sociologias: construções da realidade social. Bauru: USC, 2001.
FOUCAULT, Michel. Microfísica do Poder. Rio de Janeiro: Graal, 2000.

GIDDENS, A. Conseqüências da Modernidade. São Paulo: UNESP, 1991.
____________. A transformação da Intimidade e da Sexualidade – Amor e Erotismo nas Sociedades Modernas. São Paulo: UNESP, 1993.

OLIVEIRA, Rogério; REIS, Daniel A. – Deficiência em Trânsito. Fortaleza: Centec, 2003

Oficina de Metodologia Cientifica. Projeto de pesquisa e delimitação temática
Tem como proposta possiblitar a experiência do educando no campo da pesquisa ou ensaio científico. Supõe um primeiro posicionamento teórico ao se questionar sobre seu tema de interesse e desenvolver um trabalho de estudo das fontes ou da realidade em que se insere seu problema de pesquisa.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. Tradução por Gilson Cesar Cardoso de Souza. São Paulo: Perspectiva, 1998.

Módulo III – Estratégias e Procedimentos
Formas de ação, estrutura funcional, perfil profissional e ações dos agentes de trânsito e das políticas públicas do setor.
Disciplina Conteúdo
Trânsito, Tráfego e Circulação. Pessoas, Mercadorias e Bens Simbólicos Transitar, circular, movimentar são atributos da cidadania. Regras, procedimentos e normas aos fatores que viabilizam/inibem a liberdade de livre trânsito, bem como as perspectivas dos lugares sociais, das construções das subjetividades e das modalidades distintas de acesso aos bens simbólicos são índices de mobilidade urbana.
ABREU, Waldyr de – Código de Trânsito Brasileiro: infraçõeadministrativas, crimes de trânsito e questões fundamentais. – São Paulo: ed. Saraiva, 1998
BOURDIEU, Pierre. Economia das Trocas Simbólicas. 2ª Edição. São Paulo: Perspectiva, 1987.
BIAVATI, Eduardo; MARTINS, H. – Rota de Colisão: a Cidade, o Trânsito e Você. São Paulo: Editora Berlendis & Vertecch, 2007.
Foucault, Michel – O Nascimento da Clínica, Rio de Janeiro, Forense Universitária, 1987.
NETO, João Cucci – Aplicações da Engenharia de Tráfego na Segurança dos Pedestres – Dissertação apresentada à Escola Politécnica da Universidade São Paulo para obtenção do título de Mestre em Engenharia. 1996

Arbitragem, Vigilância e Socorro. Conflitos, Tensões e Catástrofes Instrumental e fundamentos para AC ao de arbitragem, controle, educação, e primeiros socorros são fundamentais para o exercício de qualquer nível de atividades voltadas à mobilidade e trânsito. Coloca em diálogo áreas distintas do saber na formação e na orientação de projetos de pesquisa. Fundamentos de práticas profissionais balizadas e pertinentes.
ALMEIDA, Juelci de – Trânsito (Legislação – Doutrina – Prática – Jurisprudência Ações Judiciais – Recursos Administrativos – ProcessoAdministrativo -Municipalização). São Paulo: Editora Primeira Impressão, 2004.
COSTA, Jurandir Freire. Ordem Médica e Norma Familiar. 4ª Edição. Rio de Janeiro: Edições Graal, 1999.
CUNHA, B. P. Doutrina criminalística brasileira. São Paulo: Ateniense, 1993
Gonçalves, Adilson José – SPES: Saúde, Educação e Comunicação. Sedução/Sedição (1938 – 1969), São Paulo, Tese de Doutoramento, Programa de Estudos Pós-Graduados em História, PUC SP, 2001.

NETO, Osvaldo N.; KLEINÜBING, RIZZARDO, A. A reparação nos acidentes de trânsito. 9. ed. São Paulo: Revista dos Tribunais, 2002

Rodrigo – Dinâmica dos Acidentes de Trânsito -Análises, Reconstruções e Prevenção. 3ª Edição. Campinas Editora Millenium, 2009.
TRINDADE, R. E. Procedimentos para o acompanhamento de vítimas de acidentes de trânsito. Dissertação de Mestrado. Rio de Janeiro: UFRJ, 1988

Tecnologia da Informação e Comunicação: Gestores e Protagonistas Sociais
Estudo dos meios de comunicação e seus impactos na dinâmica social indicando o papel das mídias na constituição da opinião publica, na orientação das formas de saber e na interferência imediata na solução de impasses e situações típicas na dinâmica da cidade: a constituição de redes internacionais de comunicação e as formas alternativas de trocas de informação na conformação de redes e infovias como instituintes do estabelecimento de novas formas de convivência e experiência sociais.

BAUMAN, Zygmunt. Globalização. As Conseqüências Humanas. Rio de Janeiro: Jorge Zahar Editor, 1999.
BAUDRILLARD, Jean. A Sombra das Maiorias Silenciosas. São Paulo: Brasiliense, 2004.
BAUMGARTEN, M. Conhecimentos e Redes: sociedade, política e inovação. Porto Alegre: Ed. da UFRS, 2005.
BEY, H. TAZ: Zona Autônoma Temporária. São Paulo: Conrad Editora, 2001.
BLISSETT, L. Guerrilha Psíquica. São Paulo: Conrad Editora, 2001.
CASTELLS, M. A Sociedade em Rede. A era da informação: economia, sociedade e cultura. 10ª Edição. São Paulo. Paz e Terra, 2007.
COHN, Gabriel. Sociologia da Comunicação. São Paulo: Pioneira, 1973.
DEBORD, Guy. A Sociedade do Espetáculo. São Paulo: Contraponto, 1997.
ECO, Umberto. Apocalípticos e Integrados. 6ª Edição. São Paulo: Perspectiva, 2001.
MORAES, Denis de (org.). Por uma outra Comunicação. Rio de Janeiro: Record, 2003.
WATZLAWICK, Paul, et al. A Pragmática da Comunicação. 8ª Edição. São Paulo: Editora Cultrix, 1966;
Oficina de Metodologia Cientifica. Esboço do Plano de Exposição
Discussão dos temas a partir de referenciais teóricos e abordagens distintas, com ênfase na interdisciplinaridade. Elaboração do plano de redação e exposição do trabalho final, o qual será redimensionado no último módulo.

Modulo IV – Projeções e Práticas Profissionais
Perspectivas e possibilidades de ações concretas de curto, médio e longo prazo na definição de políticas de trânsito globais e setoriais. Exercícios de reflexão e pesquisa de situações exemplares a serem solucionadas na teoria e na pratica. Políticas Públicas comprometidas com a resolução e intervenção nas questões sociais. Indicações de linhas de pesquisa e possibilidades de constituição de projetos de estrictu sensu

Disciplina Conteúdo
Perspectivas, Perfil e Projeções Profissionais na área de Trânsito e Mobilidade Urbana
Constitui-se como disciplina que pontua o perfil profissional a partir do estímulo à investigação com os métodos e técnicas pertinentes e oriundos das áreas do saber com as quais dialoga, conformando-se como uma experiência efetiva de inserção em pesquisa. Apresenta os fundamentos e as atividades da performance dos profissionais do trânsito e mobilidade urbana em seus diversos campos de ação, tal como na Educação, na esfera pública e privada, que têm na pesquisa e formação teórica seus elementos fundamentais. Orienta para a busca sistemática de informações sobre o perfil de cada setor onde desenvolve atividades, as exigências, parâmetros institucionais e legais, perspectivas profissionais, as características funcionais, o significado da atuação para os setores, bem como as dimensões éticas, sociais e políticas na perspectiva epistemológica e das associações e entidades de regulamentação e exercício da profissão.
CRUZ, Roberto Moraes, ALCHIERI, João Carlos e JARBÁ JR., Jamir . (Orgs.) Avaliação e Medidas Psicológicas: Produção do Conhecimento e da Intervenção Profissional, São Paulo, Casa do Psicólogo, 2002.
HOFFMANN, Maria Helena, RUZ, Roberto Moraes e ALQUIERI, João Carlos (org), Comportamento Humano no Trânsito, São Paulo, Editora Casa do Psicólogo. 2003
KENSKI, V. M. O papel do professor na sociedade digital. In: CASTRO, A. D.; CARVALHO, A.M. P. (orgs.) Ensinar a ensinar: Didática para a escola fundamental e média. São Paulo:Pioneira Thompson Learning, cap.5, p.95-106, 2002.

Gestão, Inovação, Empreendedorismo e Protagonismo Social Incentivo à capacidade inventiva e empreendedora, tendo em vista a responsabilidade ética do profissional/pesquisador e dos administradores dos serviços e instituições públicas, privadas do terceiro setor. Administração de projetos, noções de legislação pertinentes à produção do conhecimento, da cultural e das ações comunitárias, bem como ás formas de captação de recursos junto as entidades públicas ou privadas, nacionais e internacionais. Capacidade de julgar, decidir e agir face as novas situações da mobilidade urbana e a contínua e crescente presença dos agentes sociais na tomada de decisões em políticas públicas.
NOGUEIRA, P. L.Estatuto da Criança e do Adolescente Comentado. São Paulo: Saraiva, 1998
KOTLER, Philip; LEE, N. R. -Marketing Contra a Pobreza – As Ferramentas da
Mudança Social Para Formuladores Politicas. Empreendedores, Ongs,
Empresas e Governos. Ed. Bookman – 2010

Laboratório de produção do conhecimento
. Nessa disciplina, o planejamento dos projetos será posto em prática com a supervisão, orientação e sistematização do docente. Reelaborarão, revisão e novos percursos de investigação serão incentivados para o aprimoramento da produção do conhecimento que se apresentará sob a forma de artigo cientifico.
ECO, Umberto. Como se faz uma tese. Tradução por Gilson Cesar Cardoso de Souza. São Paulo: Perspectiva, 1998.
BACHELARD, Gaston. A formação do espírito científico. Tradução por Estela dos Santos Abreu. Rio de Janeiro: Contraponto, 1996.
____________________.Epistemologia: trechos escolhidos. 2ª Edição. Tradução por Nathanael C. Caixeiro. Rio de Janeiro: Zahar, 1983
Thompson. E. P. – A Miséria da Teoria, Rio De Janeiro, Zahar, 1981.

Coordenação
Prof. Dr. Adilson José Gonçalves (Elaboração e redação da proposta)
Profa. Espec. Lucimar Ribeiro (Esboço das disciplinas pedagógicas)
Corpo Docente
Adilson José Gonçalves
Endereço: Rua Cardoso de Almeida 654, apto. 21B
Perdizes – Sao Paulo
05013-000, SP – Brasil
Endereço eletrônico: e-mail para contato : adilson.joseg@bamil.com

e-mail alternativo : adilson_joseg@uol.com.br
Telefone: 11 38012249, 1178946337
Graduação em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1977), mestrado em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (1989) e doutorado em História pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (2001). Atualmente é pesquisador convidado do Departamento de História da UNICAMP, integrante do Comitê Acadêmico do Centro de Investigacion de la Economia Social (AMMA – Argentina) e membro da Comissão de Regate da Memória da Ordem dos Advogados do Brasil de São Paulo.Diretor Executivo do Instituto Diadorim: Arte, Cultural e Educação. Conselho Editorial de Revista Projeto História do Programa de Pós Graduação da PUCSP. Parecerista da Fundação de Amparo a Pesquisa do Estado de Pernambuco e da Bahia. Coordenador da linha de pesquisa de Tecnologia e Mídias Da América Latina e do Caribe do Núcleo de Estudos de História da América Latian da PUCSP.Tem experiência em ensino, pesquisa e extensão na área de História, Ciências Sociais, Serviço Social. Letras, Jornalismo, Secretariado Executivo Bilíngüe e Gerontologia, atuando principalmente com os seguintes temas: políticas públicas, cultura, memória, movimentos sociais, educação, comunicação e marketing, formação permanente, cidade e saúde, inclusão digital..
Orientações, pulbicações, cursos, congressos, simpósios, conferencias e cursos, alem de projetos e linhas de pesquisa deve ser consultados no lates. Consultar Currículo completo na Plataforma Lates do CNPq http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4700348T0

Lucimar da Silva Ribeiro

Graduada em Pedagogia pela Faculdade Santa Marcelina, com ênfase em Administração Escolar, Especialista em Administração e Estratégias em Educação, pela Faculdade Carlos Drummond de Andrade e Especializanda em Gestão e Coordenação Pedagógica pela Universidade Gama Filho. Tem experiência como Educadora (professora) , Diretora de Instituição de Ensino e Coordenadora Pedagógica, tendo atuado na área de Dificuldades de Aprendizagem.
Experiência em consultoria institucional à escolas de ensino superior
Cassia Maria Carraco Palos
11-3596-8467 e 11-7444-3494 (Celular

Cientista Social pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP. Especialista em Educação em Saúde pela Faculdade de Saúde Pública da Universidade
de São Paulo – FSP/USP. Docência do Ensino Superior, Mestre e Doutora em Saúde Pública pela FSP/USP. Coordenadora Técnica do projeto de pesquisa “Avaliação da Integralidade na Estratégia de Saúde da Família em Santa Catarina: com a palavra os profissionais das equipes do PSF”; Supervisora local e pesquisadora na pesquisa “Percepções sobre violência em comunidades atendidas pelo Programa Saúde da Família- PSF”, estudo desenvolvido em Unidades Básicas de Saúde, nas comunidades locais e com usuários do Programa, na cidade de São Paulo – este estudo foi desenvolvido pela UNESCO- BRASIL (Organizações das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura e Secretaria de Saúde do Município de São Paulo sob coordenação de Equipe Docente da Escola de Enfermagem da Universidade de São Paulo e Universidade Adventista (UNASP), São Paulo, 2005. Avaliadora de Projetos Sociais executados por organizações do terceiro setor. Integrante da equipe de docentes, responsável pela elaboração do “Diagnóstico Sanitário-Ambiental” no município de Ubatuba, Estado de São Paulo: atuação específica na caracterização social e econômica e na elaboração do perfil epidemiológico do município. Elaboração de pesquisas, levantamentos, estudos e diagnósticos sócio-econômicos (envolvendo formulação de projeto com seleção de teoria, metodologia e desenho de instrumentos de coleta de dados; execução de projetos; interpretação analítica dos dados coletados; e redação de relatórios), nas áreas de Saúde Pública, Saúde Ambiental e Ciências Sociais e Humanas em Saúde. Experiência em execução e análise de projetos de pesquisa, em organizações governamentais, do setor privado, do terceiro setor e em sistema de parcerias e redes. Experiência em avaliação e sistematização de programas e projetos sociais, com emprego de metodologia de pesquisa social, compreendendo formulação do projeto, execução e análise. Atuação individual e em equipes multidisciplinares, em organizações do setor privado e do terceiro setor. Experiência em pesquisa-ação em comunidades urbanas e rurais brasileiras. Produções científicas diversas na área acadêmica

Cristiane Pinholi Gregorin
8422 – 2303

http://lattes.cnpq.br/5524005664032879

Graduação: Letras; graduação: Pedagogia 470 horas; Lato Sensu em Língua Portuguesa “Línguística” 300 horas; Lato Sensu em Literatura 160 horas; Docência do Ensino Superior; Ensino Médio em Rede: o currículo em áreas 80 horas: Gestão Escolar e Tecnologias 300 horas; Coordenação Pedagógica em Instituições de Ensino e em Concursos Públicos e Privados; Organização de Projetos de Produção Textual para a Secretaria de Educação DF; Efetiva participação no Projeto Nivelamento, desenvolvimento do núcleo de TCC, Manual de Orientação de TCC e integrante do CPA da FATEF – Faculdade de tecnologia FUNDETEC. – Livro: PROJETO DE NIVELAMENTO – resgatando a Língua Portuguesa e a Matemática do Ensino Médio para o Ensino Superior. Editora Martinari 2ª edição – 2007

Eizo Edson Kato
98012046

Graduação em Ciências Biológicas pela Universidade de Mogi das Cruzes, Mestrado em Biotecnologia pela Universidade de Mogi das Cruzes. Especialização em Matemática Aplicada pela Universidade de Mogi das Cruzes e Doutorando em Biotecnologia pela Universidade de Mogi das Cruzes. Atualmente é Diretor Executivo da Empresa Valor Sustentável Assessoria e Consultoria Socioambiental e Coordenador do Núcleo de Tecnologia do Governo do Estado de São Paulo, Professor da Universidade Paulista (UNIP), Faculdade Renascença (UNIESP) e professor da Faculdade das Américas – FAM. Tem experiência na área de Biologia Geral, com ênfase em Microbiologia, Ecologia, Zoologia, Citologia, Gestão Ambiental, Ecologia, Matemática Aplicada, Matemática Financeira, Estatística, Cálculos I e II e Logística.Projeto “Estudo e Desenvolvimento de Metodologias para a inserção da Biotecnologia no Ensino Fundamental e Médio”; Publicação KATO, E. E., PIRONDI, C. F., GREGORIN, C.P., SANTOS, E. R., Bueno, F. S., Bin, L., FUZARO, S. C., MARTINS, V. M. S.Didática da Matemática. São Paulo : Editora Martinari, 2007, v.1. p.144.
Produção Técnica Softwares sem registro ou patente KATO, E. E.Controle de Vendas em Farmácia PDV, 1990
Elizabete Cristina Costa Renders
Doutoranda em Educação pela UNICAMP, possui mestrado em Ciências da Religião pela Universidade Meto dista de São Paulo (2006) na linha de pesquisa Educação e Religião. É graduada em Pedagogia pelo Centro Universitário Barão de Mauá (1998) e em Teologia pelo Instituto Metodista de Ensino Superior (1995). Com Especialização em Administração e Gestão Escolar pela Universidade Federal de Rondônia (2003), atua como Assessora Pedagógica para Inclusão, tendo experiência docente em Educação Superior (nas modalidades presencial e EAD), com ênfase em Educação Inclusiva. Atua principalmente com os temas: inclusão escolar, acessibilidade no ensino superior, Libras, inclusão nos espaços eclesiais. Linha de pesquisa: Educação Inclusiva.
Fábio Henrique Vieira de Cristo e Silva
Bolsista de Doutorado do CNPq
Psicólogo, Especialista em Gestão de Pessoas e Mestre em Psicologia pela UFRN. Atualmente é Doutorando no Programa de Psicologia Social, do Trabalho e das Organizações na UnB, Membro do Laboratório de Psicologia Ambiental onde desenvolve pesquisas sobre comportamento humano no trânsito, colunista do site Digizap escrevendo sobre Psicologia e Trânsito. Atuou como Coordenador da Comissão de Psicologia do Trânsito do CRP-17. Organizou e participou de congressos científicos nacionais/internacionais, proferindo palestras em instituições e empresas, especialmente, do setor de transportes.

Isabel Orestes Silveira
Isabel Orestes Silveira, possui graduação em Educação Artística pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (1995), graduação em Pedagogia pela Universidade São Marcos (1990), Especialização – Lato Sensu em Fundamentos Psicopedagógicos da Arte e da Comunicação pela Universidade Presbiteriana Mackenzie (2003) e Mestrado pelo IA – Instituto de Artes da UNESP – Universidade Estadual Paulista – São Paulo (2006). É doutoranda do Programa de Comunicação e Semiótica da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP (2007). É docente da Universidade Presbiteriana Mackenzie, São Paulo, para os cursos de Propaganda Publicidade e Criação e da Faculdade Paulus de Tecnologia e Comunicação – FAPCOM, para os Cursos de Publicidade e Propaganda, Jornalismo, Rádio e TV e Relações Públicas. Atua como pesquisadora nas linhas de pesquisa: Processos de criação (PUC/SP) e Linguagem, sociedade e identidade: estudos sobre a mídia (Mackenzie/SP).

Valquiria da Silva Stafocher
9937.0678 e 2729.9750
http:/cnpq.br ou pesquise no google.

Doutorado em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP (2006), Mestrado em Administração pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo – PUC/SP (1998) e graduação em Psicologia pela Universidade Metodista de São Paulo (1980). Atualmente é professora titular da Universidade Municipal de São Caetano do Sul, professora responsável na Universidade São Judas Tadeu, professora autônoma nas faculdades Oswaldo Cruz, proprietária – Stafocher Assessoria Empresarial Ltda. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Recursos Humanos e Gestão de Pessoas, atuando principalmente nos seguintes temas: responsabilidade social, recrutamento e seleção de profissionais e executivos, treinamento, avaliação de potencialidade e mercado de trabalho.

Vânia Noeli Ferreira de Assunção

(11) 4401-3245 / 7420-0451 vanianoeli@uol.com. br

Currículo Lattes:

http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.jsp?id=K4705638Y4&dataRevisao=

Doutora em Ciências Sociais pela Pontifícia Universidade Católica (PUC) de São Paulo (1999-2005); Mestre em Ciências Sociais pela PUC-SP (1996-99); Especialista em História e Sociologia do Trabalho pela Coordenadoria de Pós-Graduação, Pesquisa e Extensão do C. Univ. Fundação Santo André (1994-95); Graduada (bacharel e licenciada) em Ciências Sociais pelo Cufsa (1990-93); Experiência no Ensino de Pós-Graduação; Professora Universitária; Vínculo com Revista Acadêmica; co-editora da Verinotio – Revista on-line de Educação e Ciências Humanas (www.verinotio.org) (desde 2005); Publicações Diversas, dentre elas:- A Crítica Chasiniana à Analítica Paulista. Em co-autoria com Lúcia Sartório. Verinotio – Revista on-line de Educação e Ciências Humanas, n. 10, 2009. Experiência em Pesquisa Sociológica/ Acadêmica.

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