Produçao Cultural e Eventos

Produção Cultural e Eventos
Arte, educação e cultura compõem o universo de interesses e conceitos que norteiam a práxis do Instituto Diadorim, pois apontam para a perspectiva do inventário da experiência da construção das sociabilidades e das subjetividades em um mundo globalizado, midiatizado, historicamente determinado. Destacam-se os significados do estudo teórico, da produção critica e da práxis da comunicação nas interações midiáticas, das múltiplas interfaces que compõem o complexo cultural, apontando para a busca da identidade e da universalidade no processo de globalização em distintas temporalidades e múltiplas territorialidades.
Na ação e análise das mídias, temos como objetivo principal:
 a realização de um trabalho interdisciplinar; de intercâmbio interinstitucional; a intervenção e diálogo com as ações comunitárias no âmbito da cidade, da região, do nacional e do internacional, redimensionando a teoria, a epistemologia, a crítica e a práxis.
As políticas de fomento à cultura devem ser pautadas por princípios filosóficos e paradigmas que dimensionam o espaço, o tempo e as personagens das tramas da vida. O mote para se pensar estratégias, tanto gerais quanto particulares, sempre deve ser a busca do desenvolvimento das potencialidades do ser que torna-se, assim, um efetivo cidadão.
Desta maneira, a atuação pontual e a longo prazo na organização de eventos e capacitação dos agentes culturais e protagonistas sociais objetiva:

 Orientar e acompanhar produtores de eventos culturais nas diversas etapas da realização de seu trabalho, da concepção de projetos a sua implantação;
 Capacitar para a organização sistemática de acervos documentais de origem e linguagens várias,
 Fomentar políticas de produção cultural para os museus, ressignificando o seu sentido na sua relação com a sociedade, não apenas pelo armazenamento de patrimônio cultural, mas também como incentivador e produtor de cultura;
 Organizar espaços culturais, tais como, montagem de centros culturais, casas de memória, casas de cultura, desde a definição da vocação do espaço, levantamento de materiais e tratamento adequado (conservação, classificação, estudo e divulgação);
 Programar eventos permanentes e/ou esporádicos (temáticos), em consonância com políticas públicas, estaduais, municipais ou federais;
 Mediar demandas existentes ou prospectivas, de estudos de possibilidades de arqueologia de localidades, atendendo às demandas do conhecimento local (Igrejas, estradas de ferro, caminhos de tropas e interiorização, cemitérios, hospitais, escolas, prisões, etc..), ou
 Propor atividades culturais em espaços hospitalares, asilares, casas de detenção, correição e segregação (orfanatos, instituição de auxílio mútuo) buscando resgatar o principio da cidadania dos excluídos sociais;
 Atender as demandas de marketing e comunicação de eventos sociais, tais como: modas, cinema, teatro, meio ambiente, lazer, problemas de terras, mananciais, ou etc…advindas de instituições públicas, privadas e ONG’s, assim como movimentos não institucionalizados.
Di Alarcon

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